Nova técnica dispensa internação para cirurgia na coluna
publicado em 11/8/2012 às 20:27 SBT Brasil
Veja o vídeo reportagem acessando:
http://www.sbt.com.br/jornalismo/noticias/?c=23196&t=Nova tecnica dispensa internacao para cirurgia na coluna
Uma nova técnica para operar a coluna dispensa internação, UTI e diminui o corte, de 15, para 1,5 centímetro. O procedimento foi desenvolvido na Itália, onde já é realizado com sucesso, e já está sendo aplicado no Brasil.
Nota: Dr. Pil Sun Choi atende nos seguintes endereços:
Clínica Ortopédica Pacaembú - Avenida Pacaembu, 1003 em São Paulo (SP)
Tel: + 55 (11) 3662-3132 e + 55 (11) 3667-2334
Dr. Pil Sun Choi é credenciado para cirurgias nos Hospitais Albert Einstein, H. Oswaldo Cruz, H. 9 de Julho e Hospital Villa Lobos.
Cirúrgia de estenose de canal lombar custa R$25mil e cada pino de titânio custa R$35mil. A técnica ainda não está disponível na rede pública de saúde, SUS-Sistema Único de Saúde.
Para saber mais sobre o Dr. Pil Sun Choi acesse:
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Nova técnica para a cirurgia de coluna oferece menos riscos
matéria: 21.07.2012 G1
A diferença começa pelo tamanho do corte. São cerca de seis milímetros, enquanto, no método tradicional, seriam de dois a cinco centímetros. O paciente, no dia seguinte, já está em casa, andando e sem dor.
Uma nova técnica para a cirurgia de coluna oferece menos risco e uma recuperação mais rápida para o paciente. O tratamento apresentado num congresso, em São Paulo, pode baratear a os custos da operação.
A dor perturba há pelo menos cinco anos, mas nos últimos quatro meses ela se tornou insuportável e Afonso Soares Gomes, de 71 anos, tomou um susto.
“Deu um derrame em mim dormindo, agora eu não ando mais. O médico disse que não era derrame, era um problema com a hérnia da coluna”.
O médico indicou uma cirurgia minimamente invasiva, que assusta bem menos. A diferença da nova técnica começa pelo tamanho do corte. São cerca de seis milímetros, enquanto, no método tradicional, seriam de dois a cinco centímetros.
O acesso à coluna do paciente é feito por um pequeno tubo. Por ele passam a câmera, que vai guiar o médico, e os instrumentos cirúrgicos. Uma pinça é usada para retirar o tecido que está pressionando o nervo e causando dor. Na sala de cirurgia, o paciente é o centro das atenções, mas os olhos do médico não estão voltados para ele. “Acaba olhando pra tela e vendo seus movimentos como se você tivesse jogando um videogame, coisas da nova geração mesmo”, disse o neurocirurgião Marcelo Perocco.
A grande vantagem dessa cirurgia é que ela é menos invasiva. O paciente toma anestesia local e geralmente, no dia seguinte, já está em casa, andando e sem dor. Com a técnica convencional, ele ficaria de três a quatro dias internado.
“Rápido retorno à atividade normal, então existe um grande beneficio não só pro paciente, mas pro social”, disse Pil Sun Choi, presidente do congresso.
Reunidos num simpósio em São Paulo, médicos acompanharam ao vivo a cirurgia para aprender e aprimorar a técnica. “A nossa briga é pra levar isso pra rede pública o quanto antes pra beneficiar o maior numero de pacientes, de cidadãos”, espera o ortopedista Wilson Dratcu.
Matéria: 21.07.2010
